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Prática ancestral & orientação intuitiva

Trabalhos holísticos

 Este espaço reúne o que aprendi por linhagem e o que fui buscar sozinha, mais tarde, quando precisei dar nome para o que já sabia fazer.

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Raízes & linhagem

A espiritualidade nunca foi, para mim, um assunto separado da vida: era a cozinha, era a mesa, era a avó com as mãos ocupadas. Duas linhas profundamente ligadas ao invisível correm no meu sangue.

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As szeptuchy que vieram de navio até ao Paraná

Do lado eslavo, carrego a prática das szeptuchy (as que sussurram) na figura da minha avó, Roza (Furman) Gadonski. Ela costurava males com agulha e linha, rezava sobre água benta, usava brasa, cedro e arruda para aliviar o que doía no corpo e na alma. A natureza falava por bichos, árvores, vento e estrelas, e era ela quem traduzia. Eu tinha sete anos na primeira vez que entendi o que as suas mãos estavam a dizer.

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O espiritismo de mesa branca dos Campos Gerais

Do outro lado, uma tradição familiar de culto espírita regional, sob a devoção ao Monge João Maria, figura que atravessa a história e a lenda do Segundo Planalto paranaense. Bisavós curandeiros e parteiras faziam do trabalho espiritual um dever, não um dom para exibir: prestava-se serviço porque era preciso, com a solenidade de quem sabe que está a lidar com coisa séria.

Raízes açorianas, vianenses e albicastrenses entram nessa mestiçagem, as mesmas linhas que hoje persigo no Velho Mundo além-mar.

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Percurso de conhecimento

Desde a infância, um percurso por várias tradições e vivências em diferentes filosofias orientais e espiritualistas, por influência (e companhia) de minha mãe. Aos 15 anos comecei a estudar quiromancia, cartomancia e ervas medicinais. Aos 18, foi a iniciação na Velha Arte, e depois na Ordem Rosacruz (AMORC).

Hoje, desligada de dogmas ou amarras religiosas, minhas práticas centram-se no culto à ancestralidade, às Madonas negras, às deusas subterrâneas e ctônicas. Meu trabalho de pesquisa e investigação procura paralelos na Bruxaria Folclórica ibérica e eslava, com pontos conectivos nas demais culturas e nas diásporas.

“Uma linha puxa a outra.”
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A minha abordagem

“Os deuses trabalham com ou sem instrumentos. Atuo como canal direto entre o consulente e a sua própria natureza, usando a palavra, a intuição e, quando necessário, os elementos usados por minhas avós: água, agulhas, linhas, carvão, velas, penas, plantas e fogo.”

Sem adivinhação, sem fatalismo.

O foco é alinhar a realidade presente, limpar cargas e acolher dores que são reais, não impor destinos fechados.

Transformação, não espetáculo.

Ajudo o consulente a dissolver bloqueios, reordenar a sua energia e reencontrar a própria autonomia, para que saia da sessão com mais clareza sobre as suas escolhas, não mais dependente de mim para as fazer.

Atendimento

Sessão de Orientação Intuitiva

Uma consulta individual, sem necessidade de oráculos físicos, conduzida por leitura intuitiva, escuta ativa e direcionamento energético.

  • Online por videochamada ou presencial no Fundão, Portugal
  • 1h a 1h30
  • Para quê: Mapear momentos de transição, aliviar peso espiritual ou emocional, esclarecer dúvidas profundas e limpar o que precisa de ser limpo.
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